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Obesidade

A obesidade afeta o organismo de forma física, psíquica e social, podendo ser causada por múltiplos fatores. Embora o excesso de peso possa estar ligado ao patrimônio genético da pessoa ou a alguma disfunção endócrina, na imensa maioria dos casos ocorre desequilíbrio entre a quantidade excessiva de nutrientes ingeridos e a baixa queima calórica do corpo.

A obesidade é fator de risco para uma série de doenças tais como infarto do miocárdio, angina, hipertensão arterial, problemas ortopédicos, diabetes, apneia obstrutiva do sono, cálculos de vesícula, doença do refluxo gastro-esofageano, problemas com colesterol e triglicerídeos, depressão, além de alguns tipos de tumores (cólon, reto e próstata em homens e vesícula, endométrio e mamas em mulheres).

O sobrepeso compromete o funcionamento do fígado porque acarreta infiltração de gordura no fígado caracterizando a esteatose hepática. Também conhecida por fígado gorduroso, a doença é assintomática e quando não tratada pode evoluir para quadros de cirrose, insuficiência hepática e, eventualmente, câncer de fígado. A esteatose hepática, ou fígado gorduroso, como é chamado por leigos, é tratável e tem cura.

A obesidade é diagnosticada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). De acordo com a Organização Mundial da Saúde, o IMC normal situa-se entre 18,5 e 24,9. Considera-se sobrepeso quando o IMC está entre 25,0 e 29,9. Acima desses valores, o indivíduo é considerado obeso.

Tabela para Classificação – Adultos

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