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Hipertensão

A Sociedade Brasileira de Cardiologia define hipertensão arterial sistêmica (HAS) como uma condição clínica caracterizada por níveis elevados e sustentados de pressão arterial (PA) que frequentemente se associa a alterações funcionais e/ou estruturais dos órgãos-alvo (coração, encéfalo, rins e vasos sanguíneos) e a alterações metabólicas, com consequente aumento do risco de eventos cardiovasculares fatais e não-fatais. Os níveis de pressão considerados normais são:

  • PA sistólica (a chamada pressão máxima): < 130mmHg
  • PA diastólica (a chamada pressão mínima): < 85mmHg

A pressão arterial é a força que o sangue bombeado pelo coração faz contra as paredes das artérias para circular pelo corpo. A hipertensão, também chamada de pressão alta, caracteriza-se por um nível de pressão arterial maior que os valores da normalidade, registrado com frequência. Inúmeros os motivos se relacionam com o aumento da pressão arterial – obesidade, stress, histórico familiar, síndrome metabólica, entre outras. A HAS ao longo do tempo determina progressiva lesão dos chamados órgãos alvo (coração, cérebro, rins) podendo acarretar diferentes graus de comprometimento desses órgãos. A HAS é parte integrante da chamada síndrome metabólica e, portanto, os pacientes com este diagnosticado devem realizar uma avaliação pormenorizada de outras variáveis metabólicas, incluindo  a presença de esteatose hepática, popularmente conhecida como doença gordurosa do fígado.